language

P de Paixão

Conforme debatido no 7º ENCONTRO GET MAC, responda os seguintes questionamentos:

1 - Quais elementos/gatilhos lhe despertaram a paixão na música?

2 - O que você pode fazer na prática para oferecer aos seus alunos uma maior diversidade de opções de projetos, de modo a potencializar escolhas estimulantes e apaixonantes?

9 Comentários

Quais elementos/gatilhos lhe despertaram a paixão na música?

Minha paixão pela Música foi despertada ao assistir um vídeo clipe no Youtube. No vídeo em questão o trompetista Paulo Viveiro tocava um solo de Flugelhorn na música Tive Razão de Seu Jorge. Quando ouvi o som daquele instrumento, fiquei maravilhado e apaixonado. A partir dai, comecei a estudar Trompete na banda da minha cidade. Fui evoluindo no instrumento e posteriormente também comecei a estudar violão.

 

O que você pode fazer na prática para oferecer aos seus alunos uma maior diversidade de opções de projetos, de modo a potencializar escolhas estimulantes

Quais elementos/gatilhos lhe despertaram a paixão na música?

Minha paixão pela Música foi despertada ao assistir um vídeo clipe no Youtube. No vídeo em questão o trompetista Paulo Viveiro tocava um solo de Flugelhorn na música Tive Razão de Seu Jorge. Quando ouvi o som daquele instrumento, fiquei maravilhado e apaixonado. A partir dai, comecei a estudar Trompete na banda da minha cidade. Fui evoluindo no instrumento e posteriormente também comecei a estudar violão.

 

O que você pode fazer na prática para oferecer aos seus alunos uma maior diversidade de opções de projetos, de modo a potencializar escolhas estimulantes e apaixonantes?

Acredito que o primeiro passo seja ouvir os alunos e seus interesses. Para que os alunos se sintam estimulados e apaixonados eles precisam se sentir pertencentes ao projeto. Eles precisam se enxergar no projeto e é importante que eles sintam que tenham voz.

Eu sinto de cara o P de Paixão no olhar do aluno quando ele está instigado, absorvido em uma atividade musical, de forma a se conectar naquilo. O ápice é quando ele resolve um problema (como uma sequência rítmica desafiadora) e se sente realizado. Já, nas atividades, ideias e projetos que possibilitam alcançar este ideal, eu sinto uma possibilidade de paredes amplas deste P de Paixão (ou ideias de como se "chegar lá") em instrumentos como os Bamboflex ou bambolês normais, assim como nos xilofones (marimbas), entre diversos outros instrumentos. Em dinâmicas (e área de atuação), gosto muito da contação

Eu sinto de cara o P de Paixão no olhar do aluno quando ele está instigado, absorvido em uma atividade musical, de forma a se conectar naquilo. O ápice é quando ele resolve um problema (como uma sequência rítmica desafiadora) e se sente realizado. Já, nas atividades, ideias e projetos que possibilitam alcançar este ideal, eu sinto uma possibilidade de paredes amplas deste P de Paixão (ou ideias de como se "chegar lá") em instrumentos como os Bamboflex ou bambolês normais, assim como nos xilofones (marimbas), entre diversos outros instrumentos. Em dinâmicas (e área de atuação), gosto muito da contação e sonorização de histórias como forma de despertar a Paixão dos meus pequenos da educação infantil. Nisto, já entram coreografias criadas a partir das ideias das crianças também, entrando em diálogo com o movimento. Sobre projetos estimulantes, é fundamental conhecer os alunos e oportunizar a troca e o compartilhamento de perspectivas diversas.

Minha paixão pela música foi despertada em casa escutando rádio e assistindo TV, foi através dessas duas mídias formei minha identificação musical, com seis anos de idade reproduzia as músicas que ouvia no rádio para as pessoas que chegavam em nossa casa. No ensino fundamental aprendi a tocar caixa surda e tarol na banda da minha escola, era massa usar aquele chapeuzão da guarda inglesa que faziam parte do nosso uniforme. Influenciado por meu pai, comecei a aprender violão através de seu método prático de violão clássico, mas não me motivei o bastante para um aprendizado ainda em criança. Apenas

Minha paixão pela música foi despertada em casa escutando rádio e assistindo TV, foi através dessas duas mídias formei minha identificação musical, com seis anos de idade reproduzia as músicas que ouvia no rádio para as pessoas que chegavam em nossa casa. No ensino fundamental aprendi a tocar caixa surda e tarol na banda da minha escola, era massa usar aquele chapeuzão da guarda inglesa que faziam parte do nosso uniforme. Influenciado por meu pai, comecei a aprender violão através de seu método prático de violão clássico, mas não me motivei o bastante para um aprendizado ainda em criança. Apenas depois de adulto é que me aproximei com mais intimidade da música, quando fiz aulas de teclado, teoria musical, solfejo e regência, então retomei os estudos como autodidata em violão. Iniciei à sete anos a prática de capoeira, quando passei a ter contato com diferentes instrumentos percursivos como: berimbau, atabaque, pandeiro, triângulo e agogô, instrumentos simples, mas apaixonantes.

- Quais elementos/gatilhos lhe despertaram a paixão na música?

Minha paixão na música iniciou desde pequeno ao pedir para minha mãe colocar músicas no rádio para escutar, ficava horas apenas admirando atentamente cada canção, a sensação era (e é até hoje) inexplicável. Mais tarde, aos 14 anos comecei a tocar o violão que tinha parado em casa e aos 15 anos comprei uma guitarra, desde então minha vida foi música o tempo todo.

- O que você pode fazer na prática para oferecer aos seus alunos uma maior diversidade de opções de projetos, de modo a potencializar escolhas estimulantes e

- Quais elementos/gatilhos lhe despertaram a paixão na música?

Minha paixão na música iniciou desde pequeno ao pedir para minha mãe colocar músicas no rádio para escutar, ficava horas apenas admirando atentamente cada canção, a sensação era (e é até hoje) inexplicável. Mais tarde, aos 14 anos comecei a tocar o violão que tinha parado em casa e aos 15 anos comprei uma guitarra, desde então minha vida foi música o tempo todo.

- O que você pode fazer na prática para oferecer aos seus alunos uma maior diversidade de opções de projetos, de modo a potencializar escolhas estimulantes e apaixonantes?

Os alunos se engajam em projetos que façam sentido e tenham um significado para eles, perante isto, é importante o professor, conhecer profundamente as turmas/alunos e permitir durante as práticas que suas paixões venham a tona e ganhem vida. Acredito que estas paixões podem surgir por meio de conversas ou experiências proporcionadas pelo educador aos estudantes.

Minha paixão pela música foi sendo construída a partir de várias experiências. Eu destacaria as seguintes:

- Ter contato com outras crianças que tocavam instrumentos e eram apaixonadas por isso

- Ter ouvido uma grande variedade de estilos musicais. Nem todos "conversaram comigo" mas alguns me tocaram fundo, como foi o caso da bossa-nova.

- Ter feedbacks positivos (elogios) vindo de familiares, professores e colegas. Esses elogios me fizeram me sentir incluído socialmente e aumentaram ainda mais meu engajamento com a música.

Uma das coisas que, na minha visão, podem engajar mais os alunos em projetos musicais "apaixonantes" é, antes

Minha paixão pela música foi sendo construída a partir de várias experiências. Eu destacaria as seguintes:

- Ter contato com outras crianças que tocavam instrumentos e eram apaixonadas por isso

- Ter ouvido uma grande variedade de estilos musicais. Nem todos "conversaram comigo" mas alguns me tocaram fundo, como foi o caso da bossa-nova.

- Ter feedbacks positivos (elogios) vindo de familiares, professores e colegas. Esses elogios me fizeram me sentir incluído socialmente e aumentaram ainda mais meu engajamento com a música.

Uma das coisas que, na minha visão, podem engajar mais os alunos em projetos musicais "apaixonantes" é, antes de tudo, expor o aluno a diferentes repertórios e diferentes possibilidades de projetos. Dar ESCOLHA para os alunos é algo que pode fazer a diferença. 

Em relação ao primeiro tópico inicialmente. Foram muitas as paixões musicais ao longo da vida, mas talvez tenham tido algumas que brilharam os meus olhos de forma mais reluzente*:

1) a bateria e percussão de uma maneira geral;

2) a construção de instrumentos (inspirado inicialmente pelo Stomp Group);

3) a música corporal (inspirado no Barbatuques principalmente, em especial os Jogos criativos).

4) E educação musical pautada na criatividade e na aprendizagem criativa.

Sobre o segundo tópico, me faz lembrar a época que trabalhei em uma escola Montessoriana onde as crianças tinham um mecanismo que era uma espécie de cartão A5

Em relação ao primeiro tópico inicialmente. Foram muitas as paixões musicais ao longo da vida, mas talvez tenham tido algumas que brilharam os meus olhos de forma mais reluzente*:

1) a bateria e percussão de uma maneira geral;

2) a construção de instrumentos (inspirado inicialmente pelo Stomp Group);

3) a música corporal (inspirado no Barbatuques principalmente, em especial os Jogos criativos).

4) E educação musical pautada na criatividade e na aprendizagem criativa.

Sobre o segundo tópico, me faz lembrar a época que trabalhei em uma escola Montessoriana onde as crianças tinham um mecanismo que era uma espécie de cartão A5 plastificado com várias opções de trabalhos e as crianças optavam elo que queriam e desejavam mais trabalhar, com prioridade, ordem etc.

Creio que o papel do mediador deve tanto abraçar um design de experiências de aprendizagem criativa-musical que contemple a paixão por parte do aprendiz, ou seja, isso já esteja previsto desde o planejamento, mas também considero que em paralelo a isso, tem uma questão fundamental que acontece na hora mesmo que é o olhar do/a educador/a atento, aberto e receptivo às interferências do/a aprendiz. 

PS. -

• No primeiro parágrafo desta minha mensagem, marquei um um asterisco a palavra Reluzente pois vou deixar o print do significado desta palavra que acho que é simbólica para a questão da paixão, do brilhar os olhos, é uma palavra e significado muito bonito e sutil. Deixo o print abaixo pra vocês. 

Que possamos como (ou quando estivermos exercendo o papel de) educadores/ras musicais, criarmos oportunidades para a música reluzir nos olhos e mãos de "nossos" aprendizes, e que neste processo os nossos possam também reluzir dobrado, por eles e por nós mesmos/as, que o processo todo também brilhe os nossos olhos.

E que, a alma que nós somos, possa brilhar junto com os nossos olhos.

Por mais incrível que isso pareça, é possível, é bem possível!

Abraços e simbora iluminar a educação musical, juntes!

Kiko 😀

warning Reportar conteúdo