Aristeo Mora diz, em sua página do Instagram:

"Pensemos na paisagem como um Teatro, um em que o canto das aves, o movimento das plantas e o andar dos animais constituem a teatralidade para nós: os espectadores. Um teatro que nos convoca a perceber a corrente caótica da natureza, os filhos que a conectam com nossa existência. De que nos fala a paisagem? E o que aconteceria se aprendêssemos a observar com outros registros, perguntando-nos qual é o lugar dos animais e do próprio espaço que observamos? Em um trabalho, que poderíamos reconhecer como etnográfico, podemos pensar formas de leitura, escrita ou de teatro não-humanas? E, sendo assim, qual a dificuldade de cruzar o limite que separa a natureza da cultura, e especialmente, da cultura da exploração? Como se produzem e se leem outras escritas não humanas ou não capitalistas? E que tipo de espectador será aquele que opera como um agricultor do território teatral, um espectador que escolhe o que observar e com o quê dialogar?"

Portanto, deixo estas questões de dica para pensar além da prática com as topoficções. Elas podem ser aplicadas às diversas áreas do conhecimento a partir dos olhares dos estudantes. Responder as questões (ou ao menos tentar) é o que fará diferença em sua aplicabilidade.

Fonte: https://www.instagram.com/p/CIq5j1dsWjG/

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elaine Silva Rocha Sobreira, Rede Brasileira De Aprendizagem Criativa
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